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quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Mudar

E de repente você sente vontade de mudar. Mudar de vida. Mudar de corpo. Mudar de atitude. Mudar de coração. A vontade surge como um impulso e precisa ser levada a sério para se fazer cumprir. Não pode ser como dizem por aí, chegar, dar e passar. O verbo tem que ficar. Se você realmente quiser, ela não passa. Ela fica com você, te ampara e te impulsiona ainda mais. Faz de você uma pessoa melhor. De carne, osso e coração. E de alma também. A mudança vem porque algo não vai bem. Não vai bem em você. Não vai bem ao seu redor. Não vai bem em quem você quer bem. Por isso é necessário sair da inércia, movimentar-se e, porque não, se tornar uma pessoa melhor. Melhor de vida. Melhor de corpo. Melhor de atitude. Melhor de coração.

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

TIRANDO A POEIRA


A última vez que estive por aqui falei do amor. Agora volto, com o coração cheio de saudade e um pouco de desilusão. Amor e desilusão. Contraditório, sim? Talvez não.
Ao retomar a escrita de textos livres, textos leves, como os que publico aqui, não poderia deixar de me remeter a um verso, poema, música – seja lá como queiram chamar. “Levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima”. É assim que deveríamos agir em nossas vidas, em nossas desilusões. Por amor. Amor a nós mesmos.
As desilusões vêm e vão e transformam nossas vidas e pensamentos num piscar de olhos. Nos desiludimos no amor. Nos desiludimos no dia a dia. Nos desiludimos no trabalho. Nos desiludimos com amigos. Nos desiludimos com pessoas e ações.
A desilusão faz parte da vida. Mas ela só faz parte da vida, porque nos deixamos iludir. A desilusão só acontece quando somos iludidos. E se somos iludidos a culpa de ninguém mais é, senão de nós mesmos.
Sejamos sinceros. Sejamos espertos. Sejamos reais. Mais do que isso, saibamos encarar a realidade do olhar do próximo. Das ações de quem nos rodeia. Dos efeitos da vida do outro em nossa vida. E se tudo isso deixar seu coração doído por ter provocado uma desilusão, apenas pense que pelo menos alguém nessa história foi real: você!

segunda-feira, 14 de maio de 2012

On Off



Já me disseram por diversas vezes que preciso aprender a me desligar um pouco. Esquecer os problemas, as intrigas, as oposições. Passar a olhar tudo pelo lado positivo, absorver os aprendizados, driblar as adversidades. Eis então que surge um questionamento: e quando não há motivos para preocupação, angústia ou qualquer sentimento ruim e tudo o que eu faço é sentir uma estranheza no ar? Deve ser porque realmente tem alguma coisa errada. E essa coisa pode ser eu. Talvez isso seja um sinal de que realmente preciso mudar meu posicionamento diante do mundo, diante das pessoas. E preciso começar já. Isso me faz sentir meio “Nina” de “Avenida Brasil”, quando ela disse ao  “Jorginho” que não estava acostumada a ser feliz. No meu caso, acho que a frase correta é: “não estou acostumada a não ter angústias e preocupações”. Mas eu vou me adaptar. Prometo.

quarta-feira, 9 de maio de 2012

E quando?



E quando você descobre que quem se fazia de amigo queria o seu mal?
E quando você olha no fundo do armário e descobre um monte de recortes de um tempo que já passou?
E quando você vai ao médico e ele te dá um diagnóstico não tão bom assim?
E quando você olha para trás e só encontra doações unilaterais?
E quando você pensa no futuro e percebe que o mesmo não existirá se a mudança não partir de você?
Aí é o momento de rever conceitos, atitudes, pensamentos e emoções.
E para que a coragem surja o quanto antes, que tal começar fazendo uma oração básica que a cantora Rita Lee nos ensinou?


Reza (Rita Lee)
Deus me proteja da sua inveja
Deus me defenda da sua macumba
Deus me salve da sua praga
Deus me ajude da sua raiva
Deus me imunize do seu veneno
Deus me poupe do seu fim
Deus me acompanhe
Deus me ampare
Deus me levante
Deus me dê força
Deus me perdoe por querer
Que deus me livre e guarde de você

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

2012

2012 chega como um ano de transformações. Começa literalmente novo e repleto de desafios, vitórias, derrotas, decisões e comemorações.

Assim como em todos os anos. 2012 nos permitirá escolhas, acertos e erros. 2012 fará com que façamos promessas, as quais talvez nem cumpriremos. 2012 vai ser como 2011, somando sempre um algo a mais. Da mesma forma como 2011 também somou 1 a 2010. Literalmente. Por isso, some você também. Aja de tal maneira que as adiç
ões e as subtrações de sua vida neste ano que começa resulte sempre em 1. 1 é equilíbrio, número positivo, que reflete a adição ao ano que passou. Faça as contas e veja que ao final, você estará com um saldo positivo e mais feliz. Mais maduro e evoluído do que o ano anterior!
...
Especialmente para mim, 2012 será um ano único. Ano de nascimento do meu afilhado querido, dos meus sobrinhos-primos gêmeos, da realização da casa própria dos meus pais e, sobretudo, do meu casamento com o homem que escolhi ter do meu lado até ficar bem velhinha, subtraindo muito de alguns anos para outros, mas sempre somando cumplicidade, amor e respeito.


sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Ponto final

A vida é dividida em ciclos, eu sei. A própria vida é um ciclo da eternidade. Mas o que fazer quando somos pegos de surpresa pelas inconstâncias do existir? Sei que muitos vão dizer que faz parte do crescimento, da evolução, que Deus escreve certo por linhas tortas e tal. Mas não é bem assim que acontece na prática. Vamos ser realistas! Por menor que seja a surpresa, em determinadas ocasiões não estamos preparados para aquele acontecimento. Postergamos o sofrimento, adiamos decisões e vamos levando a vida. Ou deixando ela nos levar, não sei. Só sei que chega uma hora que o inevitável acontece. Porque tinha que acontecer. Mais dia ou menos dia. Simples assim. Você quer ter forças para reagir, para dizer poucas e boas, para dar lição de moral. Mas aí a tristeza, a angústia, a revolta e outros tantos sentimentos tomam conta de você e selam a garganta. Não sai voz, não sai grito, não sai choro, não sai nada. Sai você. Por mera decisão do destino. Por mera decisão da vida. Chega um dia que é preciso estabelecer um ponto final. Ou deixar que ele seja estabelecido.

domingo, 17 de julho de 2011

90 verdades sobre mim

Há tempos eu não passava por aqui, pois hoje vi um post muito interessante da Renata Cotta e resolvi entrar na brincadeira. Segue abaixo uma publicação com algumas curiosidades sobre mim!

Nome completo: Mara Bianchetti

Data de nascimento: 04/061986

Qual foi sua...

1. última bebida: Chá gelado de pêssego

2. última ligação: Emerson!!

3. última mensagem de texto: Emerson!

4. última música que ouviu: “Pirei” – Tuca Fernandes!!

Você já....

6. saiu com duas pessoas ao mesmo tempo? Em um tempo bem distante sim.

7. foi traído? Já...

8. beijou alguém e se arrependeu? Ô se já!

9. perdeu alguém especial? Já sim... o último foi o Tiger...

1O. ficou deprimido? Algumas vezes

11. bebeu muito até passar mal? Nosssa...

Liste os seus três filmes favoritos:

12. Amor além da vida

13. Hitch – conselheiro amoroso

14. A procura da felicidade

Desde o ano passado, você...

15. Fez algum amigo novo: Alguns..

16. Se apaixonou: Cada dia mais por meu namorado

17. Riu até chorar: Algumas vezes, graças aos amigos divertidos

18. Conheceu alguém que mudou sua vida: Não..

19. Descobriu quem são seus melhores amigos: Sempre soube quem são

2O. Aprendeu alguma coisa importante, nova? Que as pessoas não são como a gente quer que elas sejam

21. Beijou alguém da sua lista de amigos do facebook: Uai, o Emerson está na minha lista. Serve?!

Geral:

22. Quantas pessoas do seu facebook vc conhece pessoalmente? Acho que 99%

24. Você tem algum animal de estimação? Não, o Tiger se foi...

25. Você mudaria seu nome? Não gosto muito dele, mas não o mudaria

26. O que vc fez em seu último aniversário? Uma semana antes comemorei na casa do meu irmão, em Três Corações; no dia fui para um barzinho com os amigos; e duas semanas depois, com papai, mamãe e amigos mais íntimos em casa

27. Que hora acordou hoje? 08:50h

28. O que estava fazendo ontem à meia noite? Namorando...

29 Está assistindo algo no momento? A TV está ligada no Faustão..

29. O que é algo que vc não vê a hora de acontecer? A concretização dos planos com Emerson...

3O. A última vez que vc viu a sua mãe: No último feriado...

31. O que vc gostaria de mudar em vc mesmo? Tantas coisas...

32. O que vc está ouvindo agora? Faustão falando abobrinha na TV...

33. Você conhece alguém que tem um nome muito estranho? Vários alguéns!!

34. O que mais te irrita? Falsidade

35. Página mais visitada na internet: Twitter

37. Apelido: Marinha, Marita, Maroca, Tunila, Paixãozinha

38. Signo do zodíaco: Gêmeos

40. 1o grau: Colégio Militar de Porto Alegre e Colégio Militar de Belo Horizonte

41. Colegial: Colégio Militar de Belo Horizonte, eterno CMBH!

42. Faculdade: Jornalismo na Newton Paiva!!

43. Cor do cabelo: Castanho escuro

44. Comprido ou curto: Compridoooo

45. De onde vc é: Barbacena-MG

46. Altura: 1,63 m

47. Vc tem uma queda por alguém? Por meu namorado..

48. O que vc mais gosta em você? Meu cabelo!

49. Tem piercings? Tenho... no umbigo... já tive na orelha...

5O. Tatuagens? Sim! Nas costas...

51. Sabe dirigir? Sim. Meu “Fibosa” me leva pra onde for..

Primeiras vezes:

52. Primeira cirurgia: Ciso. Serve?

53. O que comprou com seu primeiro salário? Noooossa, nem lembro mais.

54. Primeira melhor amiga (o): Renata, lá em Barbacena

55. Primeiro amor: Rafael Jacobs, lá em Canoas-RS

56. Primeira viagem com amigos: Gravação do Xuxa Park (RJ) – 19... e alguma coisa...

Ultimamente:

57. O que vc tem visto na TV: Jornais e novelas!!

58: Último filme que vc viu: Carros II
59. O que vc tem comido:
Saladas, arroz integral e carne

6O. O que vc tem bebido: Cerveja e chá

61. O que vc vai fazer qdo terminar de responder? Postar no blog

62. O que vc tem ouvido (música): Tuca Fernandes – sempre!

63. O que vc espera para amanhã? Trabalhar e dedicar o meu melhor sempre!

Seu futuro:

64. Quer ter filhos? Sim

65. Quer se casar? Muito!

66. Carreira: Estou muito satisfeita com minha profissão e peço a Deus que continue iluminando o meu jornalismo de cada dia

O que é melhor:

67. Lábios ou olhos? Lábios

68. Abraços ou beijos? Abraço bem apertado

69. Mais baixos (as) ou mais altos (as)? Mais altos

70. Mais velhos (as) ou mais novos (as)? Ahhhh...

71. Romântico ou espontâneo? Romântico!

72. Braços sarados ou pernas saradas? Com cérebro!

73. Beleza ou inteligência? Inteligência

74. Relacionamento sério ou só diversão? Os dois

75. Extroversão ou timidez? Depende da hora...

Você já...

76. Beijou um estranho? Ô!

77. Fumou? Não

78. Partiu o coração de alguém? Já... faz parte, né?!

79. Teve seu coração partido? Algumas vezes... também faz parte

80. Foi preso (a)? Nunca!

81. Beijou alguém do mesmo sexo? Eu e minhas primas nos damos selinhos quando estamos muito eufóricas e felizes. É uma forma de carinho.

82. Chorou qdo alguém morreu? Bastante

Você acredita em...

83. Você mesmo (a)? Se eu não acreditar, que acreditará?

84. Milagres? Sim!

85. Amor a primeira vista? Talvez...

86. Paraíso? Não sei...

87. Papai noel? Só depende da imaginação..

88. Na fada do dente? É aquele lance da imaginação

89. Anjos? Fé!

90: Deus? Amor.


Gostou? Copie e cole em seu blog, apague as minhas respostas e coloque as suas!!!

E ah, são "90 verdades sobre mim" que SÓ EU sei se são totalmente verdade, ok?!

sexta-feira, 18 de março de 2011

Cansei

Cansei de ser a chata.
Cansei de ser normal.
Cansei de ver o que você não enxerga.
Cansei de pessoas falsas.
Cansei da sujeira que ninguém vê. Ou finge que não vê.
Cansei da sujeira humana.
Cansei da hipocrisia.
Cansei da falsa amizade.
Cansei de me fazer insensível.
Cansei de quem não liga para meus sentimentos.
Cansei de balada.
Cansei de quem sempre vejo nas baladas.
Cansei de gente traíra.
Cansei de te alertar.
Cansei de correr atrás.
Cansei de fingir que não ligo.
Cansei de falar e não ser ouvida.
Cansei de cobrar demais.
Cansei de não obter resultados.
Cansei de achar que estava certa.
Cansei de não ser amada.
Cansei do trivial.
Cansei de quem vive por interesse.
Cansei.
Cansei de mim. Cansei de você. Cansei de nós. Cansei de vós.
Cansei.

domingo, 13 de março de 2011

Pimenta, haja o que houver

Nunca fui muito de superstições, macumbas ou afins. Mas sempre acreditei que vale a pena mantermos a sintonia com o bem e canalizarmos nossas energias para o que for positivo. Além disso, pimenta sempre foi o meu tempero favorito e, cá entre nós, ela é possui um vermelho hipnotizador. Por isso, gostaria de informar que a partir de agora este símbolo passa a fazer parte da minha vida. Seja para temperar os alimentos e fazer queimar a boca de tão quente ou para me proteger de qualquer mau olhado por aí. E como meu novo lema é ‘jogar na defensiva, haja o que houver', pode ser que ela seja bastante útil daqui pra frente. Ah, e o pingente é só a primeira forma de representação. Logo virão mais!

"A inveja vê sempre tudo com lentes de aumento que transformam pequenas coisas em grandiosas, anões em gigantes, indícios em certezas". (Miguel Cervantes)

Passar bem!

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Ele já está aí

É chegada a hora de partir. Aquele que foi um ano de sonhos, pedidos e realizações precisa ir embora para deixar chegar um novo. Novinho em folha. Com novos sonhos, novos pedidos e novas realizações. É clichê dizer que será um ano de promessas e novidades? Que serão 365 dias de dedicação, amor e felicidade? Quão nada! Bom mesmo é ser feliz e poder compartilhar com as pessoas que realmente importam o sentido de toda essa felicidade.

Para 2011 eu só lhe desejo aquilo que me desejar. Por isso, espero que você me envie energias positivas de paz, saúde e fé. O resto eu corro atrás. E você também, vai! Que 2011 venha repleto de conquistas. Que venha cheinho daquilo que todos nós realmente merecermos. E daquilo, claro, que precisamos. Porque não há vida sem evolução. E muito menos, evolução sem merecimento. Por isso, enfrente os problemas, junte as pedras do caminho, retire os espinhos e colha os mais lindos lírios que, por ventura, em sua frente aparecer.

É aquela coisa do “Tente. Invente. Faça um Ano Novo diferente”. Parece slogan de emissora de TV, eu sei. Mas por que não o tornar slogan da sua vida também? Faça você a diferença e promova sua felicidade.

A minha parte eu já fiz e sigo fazendo. Um balanço do que foi positivo e negativo ao longo de 2010. Uma análise de quem somou e/ou subtraiu em minha vida durante os últimos 365 dias. Um diagnóstico do que eu deveria, poderia e necessitaria ter feito diferente. Um exame daquilo que eu precisava ter feito antes ou jamais ter pensado em fazer.

E vou confessar: como é bom olhar para trás e perceber que contabilizo mais acertos do que erros. E é assim que quero continuar. Mas sem acomodar, claro. Fazendo de 2011 um ano novo, como seu próprio nome já diz.

Ele já está aí. Seja feliz!

terça-feira, 12 de outubro de 2010

"Minas é o nosso negócio"

Quem diria. Eu que por outros tantos motivos, escolhi seguir carreira jornalística, também por não gostar de matemática, fui parar logo em um jornal especializado em economia.

No próximo mês, completo um ano de casa. Lembro-me ainda hoje, do meu primeiro dia naquela redação. Tensa, inexperiente e, digamos, um pouco receosa, fui logo avisando ao chefe de reportagem que não sabia muito sobre o assunto e que não tinha experiência alguma na área. Ele me respondeu de prontidão: “mas ninguém entra aqui sabendo tudo de economia. Eu, por exemplo, quando cheguei, não sabia nada”.

E foi mesmo assim. Hoje, às vésperas de completar meu primeiro ano na empresa, vejo o quanto já aprendi e o quanto ainda posso aprender. Como jornalista, sei que estou crescendo muito e que tenho ampliado bastante meus conhecimentos sobre a área. Mas mais ainda. Como pessoa, sinto que estou me tornando mais culta e mais consciente sobre os inúmeros fatores econômicos que influenciam em minha vida e na das pessoas ao meu redor.

O Diário do Comércio é assim. Fala de economia. Fala de Minas. Fala da economia mineira. Da movimentação dos shoppings em um feriado até o aumento da invasão dos produtos chineses no país. Isso tudo, passando por comércio imobiliário, grandes e pequenas empresas genuinamente mineiras, taxa de ocupação dos hotéis da capital, feiras de negócios, mineração, siderurgia, geração de emprego, abertura e fechamento de empresas, produção de calçados, movimentação política, indústria têxtil, venda de embalagens, desempenho dos supermercados, entre outros assuntos.

Viu só? Minas é realmente o negócio do jornal. E economia mineira, há um ano, é o meu negócio!


sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Lembro

Lembro-me como se fosse hoje, daquela Festa Agropecuária de Barbacena em 2006. Eu saindo de Belo Horizonte rumo à minha terra natal para assistir ao show da minha banda favorita. Naquela época, meu sonho era conhecer vocês e peguei a estrada na expectativa de que ele se realizaria naquele dia. Doce ilusão.

Procurei um amigo do meu pai na cidade, radialista, e o máximo que consegui com ele, foi participar da programação da rádio ao vivo, falando sobre o meu amor por vocês. Mas valeu.

Começou o show e lá estava eu, com uma amiga e uma prima, na frente de todos, pronta para vê-los arrebentar. Vocês entraram no palco e não deixaram a desejar. Fizeram um show maravilhoso, de deixar qualquer fã alucinada.

Não posso me esquecer do momento em que implorei para minha prima e então, ela aceitou me subir em seus ombros. Fiquei empoleirada ali durante todo o tempo em que Tuca cantou “Quando Deus te desenhou”. Vocês não podem imaginar minha euforia quando ele pegou na minha mãe e completou... “ele estava namorando”. Ridículo, não?! Que nada. Algo que me parecia tão distante, tão impossível, tão.... sei lá! Estava acontecendo.

Mas o show terminou e o no fim, o que eu consegui foi, através de brigas delicadas com algumas meninas ao redor, sair com uma toalhinha de cada. Uma de Manno. Uma de Beto. E uma de Tuca. Foi demais.

De lá para cá muita coisa aconteceu. Cerca de cinco ou seis meses depois, eu finalmente os conheci, em Sete Lagoas, e nossa relação foi se estreitando um pouquinho a cada show. E olha que foram muitos shows ao longo desses quatro anos!

Recordo-me ainda que em um dos últimos shows da minha banda preferida, conversando com meus amigos da equipe técnica, Lyon e Carlitos, comentei que gostaria muito de um novo show em Barbacena. Para recordar. Para viver. Viver tudo aquilo que não foi possível realizar na primeira oportunidade.

E eis que na última quarta-feira, dia 29/09, minha mãe lança uma singela mensagem em seu twitter: “Festa das Rosas em Barbacena vai bombar. Prepare-se @marabianchetti, teremos show com @Jammil”. Não há como descrever minha reação. Mesmo em meio à redação, comecei a tremer e a convidar a todos os colegas para o show da minha banda predileta na minha terra natal. Ninguém aceitou ir. Não sei se o motivo é aquela velha história de que jornalista que é jornalista gosta é de MPB ou se eles não gostam mesmo é do frio que faz lá em Barbacena. Mas o que importa é que na próxima semana, estaremos todos lá. Eu, vocês e o meu eterno carinho pela família Jammil e Uma Noites!

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Vida

Esse negócio de crescer e estabelecer prioridades para a nossa vida é a mais pura realidade. Quando temos um objetivo uma viagem não acontece a qualquer custo, um capricho não é atendido de todas as formas, um amor não é correspondido apenas por sentimentos nem baladas de dia de semana são acessíveis como em qualquer tempo atrás. A gente pensa que não. Luta para que seja diferente. Mas quando assusta, a responsabilidade está ali, batendo a porta. E neste caso, não chamo de responsabilidade as contas de água, luz ou telefone. Falo do sonho do automóvel, da poupança para o futuro e, porque não, da casa própria. É aquela coisa. A gente sonha, a gente espera. E a gente acorda também. Ou vive por si só acordado. Com pé no chão. Sabendo o que se pode ou não fazer. Ou melhor, o que se deve ou não fazer. E no momento, a minha realidade mais uma vez diz que é preciso estabelecer prioridades. E minha prioridade é você. Seja você quem for – ou o que for.


terça-feira, 14 de setembro de 2010

O bom filho à casa torna

Há tempos não passava por aqui. Deixei aquele que muitas vezes me serviu de refúgio de lado e fui viver em outros cantos, por outros ares. Nem olhei para trás. Nem, ao menos, me despedi, eu sei. Mas já dizia minha avó, “o bom filho à casa torna” e, por isso, aqui estou. Não para falar de mim, de você, de nós ou do mundo. Para falar sobre este espaço, que me acolhe tão bem e que eu, tão friamente, abandonei. É só parar por alguns instantes, reler alguns posts e constatar o quanto és importante para mim. Aqui retratei momentos únicos de minha vida. Aqui deixei meu coração falar mais alto, coloquei as mágoas para fora do peito e encarei a realidade. E por isso, só por isso, estou de volta. Para voltar a conviver com você, meu querido blog. Que tanto me acolhe e que se fez, nos últimos tempos, o parceiro perfeito para fazer arte. Que venham novas inspirações e que estejamos sempre FAZENDO ARTE. Até porque, escrever é uma arte.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

PROFISSÃO = PRESSÃO

Quando fui escolher o jornalismo como profissão ninguém me avisou que eu viveria sob pressão. Quer dizer, meu pai avisou. Mas avisou de uma forma que não me convenceu tanto. Disse para eu pensar bem e, quem sabe, optar pelo militarismo. Agora, vai me dizer que militar também não vive sob pressão? Mais do que pressionado por si só, é pressionado a pressionar, né? Por isso mesmo, e também por gostar de escrever, claro, é que escolhi o jornalismo para minha vida.


Todos jornalistas devem se lembrar de que quando estamos na faculdade, os professores insistem em dizer que o barato desta profissão é não ter rotina. É verdade. Rotina não tem. Tem pressão. Isso tem. Pressão de editor, de chefe de reportagem, de editor chefe e da direção. Uma pressão que pressiona e impressiona, viu?!


Não, mas não pense você que o fato de ser pressionada todos os dias me faça questionar minha atuação. Não poderia ter havido escolha mais feliz. Certeira. Daquelas que me faz levantar todos dias cheia de garra e com a esperança renovada. Daquelas que me faz gritar aos quatro cantos: eu sou feliz!


Mas que tem pressão.. ah, isso tem!

segunda-feira, 17 de maio de 2010

A mais de mil

Parece clichê voltar a falar deste assunto. Mas eu queria saber quando é que o ‘crescer’ vai parar de doer. É... de doer aqui no peito, de doer aqui na cabeça. Porque a sensação que tenho é de que a qualquer momento minha cabeça vai explodir. É tanta coisa para resolver, tanto problema para solucionar, tanta conta para pagar, que às vezes tenho a ligeira impressão de que não irei conseguir.

Mas é claro que irei. Eu sei. Você sabe. Talvez até por isso este texto se torne tão repetitivo. Mas é que vem de dentro a vontade de desabafar. E o motivo, o principal motivo deste desabafo não é que pare de doer. Mas que eu pare de dar importância para esta dor. Porque eu sei que a tendência daqui pra frente é que eu fique ainda maior, assim como os meus problemas. Que talvez nem sejam problemas, eu sei. Mas que me assombram e que me deixam assim, com a cabeça a mil.

Não quero deixar de ter problemas, pois só assim valorizamos a vida e seguimos em frente. Mas eu quero que estes problemas não atrapalhem meus dias. Eu quero que estes problemas sejam solucionados todos de uma vez. E mais, eu quero não sofrer com estes problemas. E assim eu sigo.

Sigo porque não há outro caminho, outra solução. Crescer é assim, eu sei. Mas, poxa! Quando é que vou parar de crescer? “Jamais” – você deve ter pensado. E eu sei que o correto, o verdadeiro motivo de todos estamos aqui é continuarmos nesta empreitada e neste crescimento. Então que continuemos. Continuemos a crescer. Mas que seja sem doer.

domingo, 2 de maio de 2010

M U D A N Ç A


E o dia chegou. A data que eu nem tanto esperei e que, no fim das contas, eu mais esperei. O dia da mudança. Caixas e mais caixas, sacolas e mais sacolas. Móveis, roupas, acessórios e esperança. Um dia inteirinho de suor, cansaço e renovação. Mas de nada adianta se a mudança interna não acontecer juntamente com a mudança física. Se a gente mudar de casa e não mudar as atitudes de nada vai adiantar. Então firmemos um compromisso. Eu mudo. Você muda. Todos mudamos e seremos felizes. Mesmo que você lá e eu aqui. Mesmo que você aqui e eu lá. A gente embarca naquele elevador leva tudo o que for da paz e deixa aqueles resquícios de infelicidade para trás. Fechou? Então venha. Feche a porta. Seja feliz. E o que tiver que ser será!

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

E 2010 chegou

E então 2010 chegou. Chegou com a chuva, com o sol, com o amor e com novidades.
Deixou um ano ímpar para trás. Ímpar por sua essência natural. Ímpar por ter deixado marcas que jamais poderei me esquecer.
2009 foi ano de mudanças, de formatura, de realizações. Mara Bianchetti jornalista. Emerson Pancieri jornalista;
2009 foi ano de novos trabalhos. A dupla sertaneja Jhonny & Alisson, o jornal Panorama Magazine Caiçara e por fim, o Diário do Comércio;
2009 foi ano de muitas festas. Casamentos de pessoas especiais, despedidas de colegas que mudaram-se para o exterior;
2009 foi o ano da vida nova do meu irmão e da entrada, definitiva, da Mônica para a família;
2009 foi o ano de conhecer a folia mais famosa do mundo. Foi a realização de um sonho: passar o carnaval em Salvador;
2009 foi o ano de rever algumas atitudes e renovar as esperanças;
2009 trouxe a notícia da gravidez da Cris;
2009 trouxe também a triste despedida de pessoas que foram para junto de Deus....
2009 veio, foi, mas ficou.
E agora já estamos em 2010.
E para este ano, ainda mais, as esperanças se renovam. Se ajustam. Se completam.
O ano tem tudo para ser dez. Para mim e para você. É só fazer acontecer.
Clichê? Quão nada. Eu acredito é na atitude, na virtude e na paz.
Aos 11 dias de janeiro, o primeiro mês do ano é que me vejo aqui, mais uma vez agradecendo e pedindo que o Pai continue a nos iluminar. Que os sonhos sejam concretizados e a gratidão, jamais esquecida.
Eu, Mara Bianchetti, só tenho a agradecer.
Obrigada, obriga e obrigada.
Amém.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

E a primeira vez aconteceu

Essa história de que espírita que é espírita não tem medo da morte é pura bobagem. Ou eu não sou espírita. Não falo sobre medo da minha morte, pois esta, ainda nem consigo cogitar (grande esperteza, pois para morrer, basta estar vivo). Falo mesmo da morte daqueles que estão ao nosso redor, para com os quais nutrimos grandes sentimentos... falo de pais, avós, amigos e tudo mais.

Na última semana, tive a experiência de uma perda próxima, que mexeu muito comigo. Não que eu nunca tivesse perdido alguém assim, mas é que eu nunca havia tido a oportunidade de vivenciar o momento propriamente dito. Já perdi parentes, amigos e tantos outros entes queridos. Chorei, senti, me informei, mas nunca havia ido, por exemplo, a um velório – imagine você. Sempre aparecia algum empecilho. Era corpo que atrasava 
demais e eu não podia esperar, era velório e enterro em cidades diferentes da que eu residia, era chefe que marcava reunião importantíssima justamente na hora ‘h’. Sorte a minha talvez... sempre fui muito sentimental e sempre achei que estas ocasiões não me fariam bem.

Pois nos últimos dias tive uma perda de grande significado e eis que estive em meu primeiro velório. Uma tristeza sem fim. Não há palavras que descrevam o sentimento, a sensação, a dor... não há! Estava lá muito mais para dar forças e assim o fiz. Tentei ser o mais firme possível para ajudar uma amiga, que tanto precisava de mim. Acho que, dentro das possibilidades, consegui. Mas doeu, e como doeu.

A ficha foi caindo, fui entendendo e percebendo como será ainda mais difícil quando acontecer diretamente comigo... Não quero nem imaginar. Sei que é preciso, que faz parte do ciclo natural da vida, mas não. Eu não entendo, eu não aceito e tenho certeza que, apesar de espírita e de acreditar em reencarnação, vai doer ainda mais quando o velório, o enterro ou o que for estiver diretamente ligado a mim – e a minha família.
A tristeza segue... o medo também... enquanto isso, sigo dando forças pra minha amiga e contemplando um belo poema que ela recebeu. Não sei se é mesmo de Santo Agostinho. Mas fica a mensagem:


Do outro lado do Caminho


A morte não é nada.
Eu somente passei
para o outro lado do Caminho.

Eu sou eu, vocês são vocês.O que eu era para vocês,
eu continuarei sendo.
Me dêem o nome
que vocês sempre me deram,
falem comigo
como vocês sempre fizeram.

Vocês continuam vivendo
no mundo das criaturas,
eu estou vivendo
no mundo do Criador.
Não utilizem um tom solene
ou triste, continuem a rir
daquilo que nos fazia rir juntos.

Rezem, sorriam, pensem em mim.
Rezem por mim.

Que meu nome seja pronunciado
como sempre foi,
sem ênfase de nenhum tipo.
Sem nenhum traço de sombra
ou tristeza.

A vida significa tudo
o que ela sempre significou,
o fio não foi cortado.
Por que eu estaria fora
de seus pensamentos,
agora que estou apenas fora
de suas vistas?

Eu não estou longe,
apenas estou
do outro lado do Caminho...

Você que aí ficou, siga em frente.
A vida continua linda e bela
como sempre foi.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Mais do que todos os dias

Mais do que todos os dias, esta semana foi ainda mais doloroso viver sem vocês. Doeu. Doeu no sentido literal da palavra. Doeu do lado esquerdo do corpo. À frente e atrás. Doeu como eu nunca havia sentido. O primeiro ato: telefonar e instantes depois perceber que não seria possível ter o aconchego e a proteção de vocês. O namorado socorreu. Correu. Correu comigo para o hospital. Um dia inteirinho por lá. Seringas, remédios, sangue e sangue novamente. Exames. Internação. Transferência de hospital. Mais sangue, urina, raio x. Lágrimas e dores. Muitas dores. Diagnóstico. Bactérias. Congestionamento. E caiu a noite. Voltou o dia. E continuou a dor. Mais hospital, mais médico, mais remédio. Carinho de sogra, carinho de namorado. Preocupação de vocês. O telefone tocando a todo momento. E mais uma vez. O coração apertado, eu sei. E as dores por aqui. E a dor por aí. E mais uma vez. Remédios. E mais remédios. Mais lágrimas. Mais dor. Menos trabalho. Repouso. Mais repouso. Menos dor. Talvez. E a falta. Falta da presença, do cuidado. Do físico. Falta do cuidado de pai. Falta do cuidado de mãe. E a carência aparece. Permanece. E a falta aqui. Mais do que todos os dias. Mais do que todos os dias volto a me sentir criança, indefesa e percebo como é difícil viver sem vocês.