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terça-feira, 20 de setembro de 2011

Entrevista com Agostinho Patrus Filho

Confiram a entrevista exclusiva que fiz com o Secretário de Estado de Turismo, Agostinho Patrus Filho, para o jornal DIÁRIO DO COMÉRCIO.

MARA BIANCHETTI.

ALISSON J. SILVA
Secretário quer o interior com infraestrutura turística

O secretário de Estado de Turismo, Agostinho Patrus Filho, conduz os trabalhos no governo de Minas pautado por sua larga experiência na vida política. Eleito para o primeiro mandato como deputado estadual pelo Partido Verde (PV) em 2006, já no ano seguinte tornou-se o líder da bancada do PV na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). Em 2008, passou a ser o líder do Bloco Parlamentar Social (BPS), que reunia os partidos PV, PPS, PSB e PSC.

Natural de Belo Horizonte, é formado em Administração e pós-graduado em Gestão Empresarial e em Logística pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). A política sempre marcou a vida e a carreira de Agostinho Patrus Filho. Seu pai, Agostinho Patrus, foi deputado estadual por seis mandatos, presidente da ALMG, secretário de Estado da Casa Civil e Comunicação Social e secretário de Estado de Transportes e Obras Públicas.

Em 2008, o senador e ex-governador Aécio Neves (PSDB-MG) convidou Patrus Filho para assumir a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese), cargo no qual permaneceu até janeiro de 2010. No início do ano passado, Agostinho Patrus Filho deixou a Sedese para retomar as atividades parlamentares e disputar as eleições, quando foi eleito o nono parlamentar mais bem votado no Estado.

Desde janeiro de 2011, Patrus Filho está à frente da Secretaria de Estado de Turismo (Setur). Em entrevista exclusiva ao DIÁRIO DO COMÉRCIO, afirmou que o principal foco do atual governo para a pasta é a interiorização do turismo e que a expansão do Expominas deverá sair nos próximos meses. Ele destacou também o fato de Minas Gerais ter sido pioneira na inclusão do turismo na distribuição de parcela de arrecadação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS).

ALISSON J. SILVA
Interiorização do turismo e expansão do Expominas são ações prioritárias

De que forma sua experiência favorece a gestão do turismo mineiro?

Na vida política e no dia a dia da Assembleia, a gente aprende que é preciso estar disposto a ouvir opiniões contrárias às suas e aceitar as ideias dos outros, porque muitas vezes elas são mais benéficas. Já a experiência na Sedese tem sido importante por representar a vivência em outra secretaria e em outro governo, contribuindo para a antecipação de questões atuais.



Qual o direcionamento do governo Anastasia para o turismo no Estado?

O direcionamento da atual gestão teve início já com a lei delegada que mudou e ampliou as atribuições da Setur. Pela primeira vez desde a sua criação, a secretaria passou a poder executar direta ou indiretamente todas as suas ações. No passado, os projetos eram executados somente em parceria com as demais secretarias, o que dificultava o processo.



E quais seriam estas ações?

O fomento da instalação de empreendimentos ligados às atividades turísticas no Estado; a difusão da cultura, por meio da atuação conjunta com a Secretaria de Estado de Cultura (SEC); a implantação e adequação das infraestruturas necessárias ao deslocamento dos turistas, em parceria com a Secretaria de Estado de Transportes e Obras Públicas (Setop); entre outras. Entretanto, sempre visando o objetivo maior da gestão, que é a interiorização do turismo. Por determinação do governador Antonio Anastasia, devemos trabalhar Belo Horizonte, mas voltar sempre nossas atenções e ações para o interior do Estado.



Quais são os principais projetos e programas executados pela Setur?

Temos como projetos especiais a expansão do Centro de Feiras e Exposições George Norman Kutova, o Expominas, no bairro Gameleira, na região Oeste da Capital; a estruturação de atrativos e destinos turísticos das cidades do interior; a criação de festivais culturais e gastronômicos nas cidades mineiras; e a construção de terminais rodoviários em alguns municípios. Além disso, objetivamos ainda o desenvolvimento da rota de Peter W. Lund, que também é um atrativo importante para a região Central, e a criação de um programa chamado "Minas Criativa", que vai trabalhar a identidade criativa e competitiva de Minas Gerais e de seus produtos turísticos.



Existe a ideia de que o turismo mineiro está muito voltado para as cidades históricas. Quais são as demais potencialidades que o Estado possui?

São muitas as potencialidades. Além das cidades históricas, temos parques nacionais e estaduais belíssimos; o Circuito das Águas, que recebe um número imenso de turistas; os lagos de Furnas e de Três Marias, que possuem potencial e já têm recebido volume interessante de visitantes; as fazendas centenárias, localizadas no entorno de Belo Horizonte, e que contribuem para a vivência do turismo mineiro; em Belo Horizonte, com parte do espaço já em atuação, o Circuito Cultural da Praça da Liberdade, que vai se transformar, em breve, no maior espaço aberto de cultura do país. Temos também o Centro de Arte Contemporânea de Inhotim, no município de Brumadinho, que cada vez mais se consolida nacional e internacionalmente. Minas Gerais tem muito a oferecer.



Como são alocados os investimentos do Estado para promover essas potencialidades?

Por meio da divulgação em outros estados e no exterior, participando de feiras, congressos e exposições, e pela estruturação dos municípios. A "Casa de Minas", um espaço para divulgação dos produtos turísticos de Minas Gerais em São Paulo, também funciona como um importante instrumento para o fomento da atividade turística do Estado, já que a capital paulista é uma porta de entrada importante, visto que o Estado é o principal emissor nacional de turistas para Minas. Além disso, temos trabalhado na ampliação dos voos do Aeroporto Internacional Tancredo Neves (AITN), em Confins.



Qual a importância do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) turístico?

Pela primeira vez na história da economia brasileira, foi feita a inclusão do critério turismo na distribuição de parcela de arrecadação do ICMS estadual. Com isso, os municípios terão incentivo financeiro para trabalharem a sua gestão turística. O ICMS Turístico atua como motivador e catalisador de ações, visando estimular a formatação e a implantação, por parte dos municípios, de programas e projetos voltados para o desenvolvimento turístico sustentável. Este é o primeiro ano de distribuição e, pela média que está sendo distribuída, cerca de R$ 10 milhões serão levados a mais de 40 municípios para que os mesmos possam utilizar os recursos no setor.



Muito se fala na consolidação de Belo Horizonte como capital do turismo de negócios e eventos. No entanto, a infraestrutura não é deficitária?

Acredito que esse déficit aconteça justamente pelo bom trabalho de divulgação que vem sendo feito nos últimos anos pelo governo de Minas, através da Setur, e pela Prefeitura de Belo Horizonte (PBH), por meio da Belotur, trazendo eventos e incentivando a vinda de turistas para a Capital. É importante promovermos o aumento da capacidade de receber. Por isso, uma das ações prioritárias da gestão é a expansão do Expominas, que deverá acontecer nos próximos meses. Além disso, a PBH, por meio de incentivos com a redução de impostos, atraiu diversos hotéis para Belo Horizonte, o que elevará para 35 mil o número de leitos da cidade até a Copa do Mundo.



Mas o maior problema diz respeito à escassez de espaços para realização de eventos...

O aumento da capacidade de eventos e feiras na cidade acabou gerando essa questão, que também está sendo trabalhada, com investimentos públicos e privados. Além disso, estamos investindo na diversificação do turismo da cidade, para que possamos ampliar nossa capacidade de receber, seja através do Aeroporto Internacional Tancredo Neves, das estadias dos hotéis, do aumento dos espaços para eventos ou dos atrativos locais.



A prefeitura possui o planejamento de construção do Centro de Convenções Municipal. O projeto do Estado visa somente a expansão do Expominas ou prevê outros espaços?

Temos que trabalhar em primeiro lugar na ampliação do Expominas, pois esta é a grande demanda que temos. Há ainda as intervenções que estão sendo realizadas no Estádio Raimundo Sampaio (Independência), para a Copa do Mundo de 2014, e que permitirão que o estádio funcione como uma grande arena multiuso na Capital, e os investimentos que estão sendo realizados pela iniciativa privada, na criação de alguns espaços para receber eventos.



A Fundação João Pinheiro (FJP) está trabalhando em um diagnóstico para verificar as necessidades do turismo da RMBH. O que já foi feito?

O objetivo é identificar os aspectos falhos do setor e propor possíveis soluções, por meio da criação do Plano de Desenvolvimento Integrado do Turismo Sustentável. A expectativa é de que os aportes destinados à execução das ações a serem implementadas no próximo exercício totalizem US$ 30 milhões. A previsão é de que o levantamento fique pronto até o fim deste ano.



Qual o papel da Setur na preparação de Minas Gerais para a Copa do Mundo de 2014?


Estamos trabalhando de forma muito integrada com a Secretaria Extraordinária da Copa do Mundo (Secopa), atuando na formatação de diversos roteiros turísticos. Segundo informações da Federação Internacional de Futebol (Fifa), os turistas que vão às cidades-sede para assistir aos jogos da Copa do Mundo se deslocam em um raio de até 150 quilômetros. Portanto, estamos estruturando o entorno de Belo Horizonte, criando roteiros e preparando as cidades. Porém, não podemos nos esquecer dos municípios que se candidataram para ser subsedes e já foram selecionadas, dessa forma, também estamos criando estratégias para essas regiões, trabalhando na interiorização do mundial.



O que a Copa do Mundo deixará de legado para o turismo mineiro?

Acima de tudo a divulgação de Belo Horizonte e de Minas Gerais no exterior. Mais importante do que o volume de turistas que passará pelo Estado, será a divulgação da cidade para o mercado internacional, pois milhões de pessoas irão acompanhar os jogos pela televisão. Em um segundo plano, a ampliação dos nossos espaços públicos, como o Estádio Governador Magalhães Pinto (Mineirão), o Independência, além da infraestrutura urbana que Belo Horizonte irá receber.



E como ficarão os trabalhos de capacitação dos profissionais?

Isso já tem sido trabalhado não só na Capital, mas também nas cidades do interior. É um dos itens do programa de estruturação dos destinos turísticos. Os turistas precisam ser bem atendidos e tecnicamente recebidos. Já estamos trabalho nisso, em parceria com a Secopa, oferecendo cursos de qualificação aos profissionais dos setores de hotéis, bares, transporte e comércio em geral. A expectativa é de que mais de 18 mil profissionais sejam qualificados em todo o Estado.



Alguns estudos mostram que Belo Horizonte corre o risco de superoferta de leitos após o Mundial. O que a Setur planeja fazer para evitar essa situação?

Hoje faltam leitos e, por isso, precisamos investir na construção de hotéis para incentivar o crescimento do aumento da oferta em Belo Horizonte. Confiamos em primeiro lugar na análise dos empresários. Os investidores não construiriam um hotel em uma capital do porte de Belo Horizonte correndo o risco de o empreendimento ficar ocioso. Porém, de qualquer forma, os trabalhos de ampliação dos espaços para eventos, bem como a conclusão da revitalização dos estádios e do aeroporto serão fundamentais nesse trabalho, para que haja um equilíbrio entre oferta, demanda e infraestrutura para o turismo da capital mineira. O governo de Minas tem feito sua parte, investindo recursos, incentivando a criação de novos destinos e atrações e criando soluções para o turismo, não somente em Belo Horizonte, mas em toda Minas Gerais.


segunda-feira, 27 de junho de 2011

ENTREVISTA COM SÉRGIO BARROSO

Confiram a entrevista exclusiva que fiz com o Secretário de Estado Extraordinário da Copa do Mundo, Sérgio Barroso, para o jornal DIÁRIO DO COMÉRCIO.

MARA BIANCHETTI.

ALISSON J. SILVA
Osecretário Sérgio Barroso aposta em sua experiência e demonstra otimismo
O secretário Sérgio Barroso aposta em sua experiência e demonstra otimismo

Primeiro brasileiro a chegar à presidência da Cargill no país, tendo passado também pelas diretorias da Light e da Bunge, o secretário de Estado extraordinário da Copa do Mundo, Sérgio Barroso, faz uso da larga experiência na iniciativa privada para conduzir os trabalhos no governo estadual. Nascido em Cipotânea, na Zona da Mata mineira, Barroso é mestre em Economia Internacional pela Universidade de Boston, nos Estados Unidos, com especialização em Administração de Empresas pela Universidade de Michigan, Gerenciamento Executivo pela Universidade Columbia e pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), em São Paulo.

Já aposentado, assumiu por dois anos (2009 e 2010) a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede), ficando à frente dos mais importantes projetos e programas econômicos desenvolvidos no Estado. Além disso, foi presidente do Conselho da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (Codemig), do Instituto de Desenvolvimento Integrado (Indi) e vice-presidente do Conselho do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG).

Desde janeiro de 2011, Sérgio Barroso conduz a Secretaria de Estado Extraordinária da Copa do Mundo (Secopa). Em entrevista exclusiva ao DIÁRIO DO COMÉRCIO, ele afirmou que, apesar dos inúmeros desafios existentes para a Copa do Mundo, todos os prazos serão cumpridos e Belo Horizonte, em 2014, estará apta a receber não só os jogos do mundial, mas também a sediar a abertura do campeonato.

Copa do Mundo vai agregar valor à economia mineira

De que forma sua experiência na iniciativa privada favorece a atuação à frente da Secopa?

Quando fui convidado pelo governador Antonio Anastasia para assumir a pasta tentei entender exatamente o que precisava ser feito. Ele próprio me explicou as condições, dizendo que era preciso uma concentração das ações relacionadas ao mundial. Juntos, concluímos que futebol, apesar de ser antes de tudo uma paixão, em se tratando de Copa do Mundo, tem que ser considerado como um grande negócio. E como sou de origem do segmento empresarial, vim para somar a razão com a emoção, colocando em prática tudo o que aprendi em minha carreira, visando transformar o campeonato em um grande evento que, inclusive, deixe legados pra a população.



Quais são hoje os principais desafios de Minas Gerais para a Copa do Mundo de 2014?

Temos alguns como, por exemplo, mostrar ao governo federal que Minas Gerais precisa tanto quanto outras unidades federativas de recursos da União para realizar melhorias e adequações. O Estado tem recebido investimentos muito insignificantes pelo tamanho e importância que possui. Já no que se refere à execução dos trabalhos, temos os desafios de entregar o Aeroporto Internacional Tancredo Neves, construir novos hotéis e, principalmente, capacitar todos os profissionais. Porém, esses itens são totalmente executáveis e serão finalizados a tempo do mundial.



Belo Horizonte tem condições de sediar a abertura do campeonato?

Belo Horizonte hoje certamente é a cidade do Brasil com melhores condições de sediar a abertura da Copa. E na época do mundial como já teremos concluído a ampliação da capacidade do aeroporto de Confins, as obras de mobilidade urbana e as adequações dos estádios de futebol, essas qualidades serão ainda mais evidentes. Além de todos esses detalhes, teremos ainda muitos atrativos turísticos para serem visitados, já que o entorno da capital mineira é recheado de destinos turísticos e a própria cidade conta com inúmeras opções de turismo e lazer.



E há chances de a Capital abrir a Copa do Mundo?

Não aceito e nem imagino a possibilidade de se fazer uma abertura de Copa do Mundo em uma cidade que não conjugue essas características e ainda tenha a tradição do futebol em meio a sua população. Esperamos que isso seja reconhecido pela Federação Internacional de Futebol (Fifa), já que, além de sermos uma cidade apaixonada por futebol, vamos entregar para eles tudo o que foi solicitado e dentro do tempo previsto.



O calendário de obras do Estado tem recebido muitos elogios por estar dentro do prazo. De que forma isso contribui para a vantagem competitiva de Belo Horizonte em relação às demais cidades?

Sabemos que existem outros candidatos muito fortes na disputa, porém, se nós somos o único Estado que está atendendo 100% das exigências da Fifa dentro do prazo, porque não sairíamos na frente? Além disso, Belo Horizonte é uma das maiores cidades do país, possui mais de 3 milhões de habitantes em toda sua região metropolitana, conta com um povo extremamente hospitaleiro, vai ter toda a infraestrutura necessária para o evento e ainda respira futebol. Somos mesmo diferentes.



Qual é a situação das obras do Estádio Governador Magalhães Pinto (Mineirão)?

As obras do Mineirão estão 100% em dia e chegam a ser reconhecidas como as obras dos estádios em estágio mais avançado. Depois do trabalho de demolição, agora estão sendo executados os serviços de terraplanagem e fundação, previstos na terceira e última etapa da obra. O próximo passo será a construção propriamente dita. Dentro de 60 dias já poderão ser vistos os pilares que sustentarão a esplanada no entorno do estádio, que será entregue todo modernizado e revitalizado no dia 31 de dezembro de 2012.



Quanto já foi gasto até o momento no estádio?

A primeira etapa que englobou reparos estruturais das vigas de sustentação do Mineirão consumiu aportes da ordem de R$ 8,2 milhões; a segunda, que contou com demolição de parte da arquibancada inferior e da geral do estádio, bem como rebaixamento do gramado em 3,4 metros, somou R$ 3,5 milhões; já a terceira e última fase das obras, que prevê a adequação do estádio ao mais alto padrão de qualidade estabelecido pela Fifa, vai demandar investimentos de R$ 654 milhões.



O governo, por meio da Secopa, já está se mobilizando para responder os questionamentos do Tribunal de Contas do Estado (TCE) em relação à suspeita de duplicidade em itens do projeto da segunda etapa de obras do Estádio Raimundo Sampaio (Independência)?

O TCE fez a função dele que é de acompanhar os trabalhos. A nossa é mostrar que as obras são totalmente necessárias e precisam daqueles investimentos. A Secopa já está em contato com o TCE para fornecer todas as informações, tanto técnicas como administrativas, para que as autoridades possam entender e aprovar a obra.



Quais são as previsões de gastos e de entrega da obra?

O Independência estará pronto em 31 de dezembro deste ano. O orçamento total previsto para a reforma é de R$ 119 milhões. Estamos adequando o estádio para que ele seja utilizado para treinos das seleções. A capacidade de público passará de 10 mil lugares para 25 mil lugares cobertos. Também será construído um estacionamento para abrigar 500 carros. Além disso, serão instaladas torres de iluminação e o gramado será refeito, contando com novo sistema de drenagem e irrigação.



As obras do terminal 1 do Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins, ficarão prontas a tempo do mundial?

As obras do terminal 1, com o pátio de aeronaves e a extensão da pista em 600 metros sim. Nossa expectativa é de que essas intervenções estejam concluídas até outubro de 2013. O que já sabemos é que não será possível finalizar, antes de 2014, o terminal 2. No entanto, o governo de Minas já vem trabalhando para colaborar com a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), fazendo, inclusive, o projeto executivo do segundo terminal, para que o documento seja entregue até o final do terceiro trimestre deste ano e pelo menos parte dele esteja pronto até o campeonato. Além disso, será criado o terminal provisório, que vai acomodar mais 1,8 milhão de pessoas.



E o projeto de implantação do Sistema de Transporte Rápido por Ônibus (BRT), já saiu do papel?

Sim. Já temos obras nas principais avenidas da cidade para receber o novo modelo de mobilidade urbana da Capital. A previsão é que os corredores das avenidas Cristiano Machado, Antônio Carlos e Dom Pedro I sejam concluídos em 2012. Já os das avenidas Dom Pedro II e Presidente Carlos Luz deverão ser concretizados em 2013.



Como está se dando a parceria entre o governo de Minas Gerais e a Prefeitura de Belo Horizonte (PBH)?

Criamos o planejamento estratégico integrado que contempla as duas esferas, estabelecendo prazos, metas e obrigações. No âmbito estadual quem lidera os projetos é a Secopa. Já na área municipal, isso é feito pelo Comitê Executivo Municipal da Copa do Mundo. Temos conversas diárias e uma relação muito boa tanto no que se refere ao governador Antonio Anastasia com o prefeito Marcio Lacerda, quanto a mim com o Tiago Lacerda, que é o presidente do comitê.



O governo de Minas elaborou a "Matriz de Responsabilidade de Minas Gerais para a Copa", documento que reúne 117 obras e ações a serem concluídas ainda em 2011. Existe viabilidade para o cumprimento desses projetos?

A matriz prevê prazos para iniciar e terminar toda e qualquer ação, com obrigações específicas a serem executadas. Para este ano estão previstas 117 ações e a cada exercício, até a Copa, serão criadas novas metas, tudo isso dentro de um objetivo maior, que é o de fazer um grande evento em Minas Gerais. Quanto à viabilidade, todas essas ações são desafiadoras mas, ao mesmo tempo, perfeitamente executáveis.



Para a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic), a Copa do Mundo não deixará legados. O que o governo de Minas tem feito ou planejado para garantir o retorno após o evento?

Eu posso garantir que todos os grandes projetos de Minas Gerais e de Belo Horizonte deixarão legados perenes para toda a população. As intervenções realizadas, como a modernização e ampliação da capacidade do terminal 1 do Aeroporto de Confins, a revitalização de todos os estádios, a construção de novos hotéis, a implementação de novo sistema de transporte público, a qualificação de mais de 18 mil profissionais em toda Minas Gerais, entre outras ações, estão sendo feitas de forma a agregar valor ao turismo e ao desenvolvimento econômico do Estado não somente para o período do mundial, mas também para os anos subseqüentes.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

O sonho não acabou

Ainda me recordo do primeiro dia de aula na faculdade. Fevereiro de 2005 e lá ia eu para um mundo diferente de tudo o que eu já havia vivido em termos educacionais – afinal, para quem estudou em regime militar, qualquer mudança no sistema gera conflitos. Mas ao mesmo tempo, seguia satisfeita e feliz. Lá estava rumo ao sonho de me tornar uma jornalista.

Ao longo do curso realizações, tropeços, conquistas e decepções. A descoberta, literalmente, de um mundo novo. No início algumas coisas repetidas como história, português, sociologia e filosofia (é que em Colégio Militar se aprende estas disciplinas também!). Depois a prática: fotografia, jornal impresso, rádio, TV, revista, site... um leque de opções conspirando a meu favor.

O primeiro estágio. As primeiras descobertas. Tudo isso contribuiu para que a formação se desse da mais perfeita ordem. Passagens por pesquisas, turismo, sindicato e turismo novamente. Experiência com material institucional, revista, jornal, informativo e assessoria de imprensa. A paixão se fez aguçar e fixou-se no turismo – mas não se limitou a isto somente.

12 de dezembro de 2008, a banca. Lá estava Mara Bianchetti defendendo sua monografia, falando sobre ética na cobertura do turismo. Sala lotada, pessoas queridas, um pouco de mau-agouro e dois professores a me avaliar. Lágrimas na leitura da conclusão e uma sabatina incrível de um dos integrantes da banca. Venci.

Em março de 2009 o sonho, enfim. Família reunida, beca impecável e a hora do canudo. Mais um momento ímpar, para fechar com chave de ouro a faculdade dos meus sonhos e o sonho do jornalismo. Agradecimentos a Deus e uma comemoraçãozinha bááásica com os amigos também não faltaram, enfim.

Depois disso vieram os empregos, os novos projetos, algumas pequenas (e outras nem tanto) decepções. O novo laço com o Turismo de Minas, a criação do Panorama Magazine Caiçara e o contato com Jhonny & Alisson. Isso foi surgindo, me completando e fazendo de mim uma jornalista feliz.

Eis que em 17 de junho de 2009, após 13 dias do meu aniversário, no exato dia em que comemoro 2 anos e 2 meses de namoro, a belíssima notícia de que ‘Diploma de jornalismo não é necessário mais para que se exerça a profissão’ neste país chamado Brasil. Surgiu então um misto de desconfiança, desmotivação e quantos mais ‘des’ você quiser imaginar. Mas não, o sonho não acabou. Afinal, se é assim que os Gilmares Mendes querem, eu respondo: mais do que jornalista por formação, sou jornalista por convicção. E tenho dito!

terça-feira, 19 de maio de 2009

Universo da moda: tão longe e tão perto



Mara Bianchetti

A cada estação inúmeros estilos, cores, texturas e tecidos adentram as passarelas de todo o país. E seguindo uma tendência internacional, por mais que as peças apresentadas nos desfiles pareçam distantes de você, cada vez mais a moda aponta a capacidade de seguir os significados e momentos do seu dia-a-dia. Mudar o aspecto do que é comum é quase lei e é este o ponto de partida para as tendências que aos poucos vão tomando conta das vitrines. Tudo isto, ainda permitindo que cada pessoa adapte as tendências de acordo com seu jeito de ser. Assim é o universo da moda.

A moda gira conforme as estações do ano. Por isso, muito se escuta sobre tendências e influências, porém, na indústria da moda, acontece como se as estações possuíssem períodos inversos. Enquanto o frio começa a se aproximar no Brasil, por exemplo, para os profissionais da área, é o calor que está em alta – tudo para que se planejem as tendências e as coleções que farão o corpo e a cabeça das pessoas na estação seguinte.

Muito se ouve também sobre as semanas de moda que acontecem por todo o país – e por todo o mundo. Inclusive, muitas já fazem parte do calendário cultural de algumas cidades. Segundo Tom, proprietário da loja Tom Surf Wear, feiras e semanas de moda são imprescindíveis para o lojista manter seu negócio na moda. “É muito importante participar destes eventos; isso agrega bastante ao lojista que antecipa as tendências da próxima estação para a sua loja. Recentemente, estive no Fashion Rio e trouxe vários produtos para o inverno”, completa.

Além disso, os pólos de moda brasileiros são os grandes responsáveis por reunir uma cadeia de produtores para que consigam entrar no mercado competitivo.

Ahhh, não mora no bairro Caiçara? Clique nos links, vá direto ao site e leia toda a edição!

OBS: A primeira matéria sobre qualquer assunto a gente nunca esquece. "Universo da moda:tão longe e tão perto", literalmente!

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Minas aos olhos das estrelas baianas


Mara Bianchetti

Realizado nos dias 3 e 4, o Axé Brasil 2009 – maior festival de axé fora da Bahia –, reuniu mais de 100 mil foliões no Mineirão durante o evento e trouxe para Belo Horizonte os principais nomes do hit do carnaval. Entre os as bandas, estavam Chiclete com Banana, Cláudia Leitte, Jammil e Uma Noites, Asa de Águia e Ivete Sangalo.

Em sua décima primeira edição, o Axé além de animar a cidade, é responsável por gerar um aumento na demanda turística da capital, uma vez que atrai milhares de pessoas, movimentando diversos setores da economia local. Para o presidente da Belotur, Júlio Pires, eventos como o Axé são muito importantes para o crescimento do turismo em Belo Horizonte. "Além de divulgar a cidade, ele atrai milhares de turistas de todos os lugares, que vêm somente para a festa. Gera empregos, renda e fomenta a economia do município", afirma Pires.

E por falar em turismo, quais serão os destinos mineiros prediletos ou o que mais encanta as estrelas baianas que passaram pelo palco do Axé Brasil 2009? O Turismo de Minas conversou com algumas delas. Acompanhe:

Ivete Sangalo
“Quando eu era da Banda Eva viajava muito de ônibus e ficava encantada com o que via pelas estradas de Minas Gerais. Já passei por lugares incríveis, emblemáticos, vi cachoeiras lindas. Por todo o Estado, cada lugar que eu passava, tinha uma sensação de romantismo e coisas bucólicas no ar”.

Larissa Luz – Araketu
“Minas toda é uma delícia. Eu sempre tive muita vontade de conhecer o Estado, por tanta gente boa, tanto artista bom, tanta cultura gostosa. Tem um compositor e cantor daqui que eu amo, que é o Vander Lee; tem Carlos Drumond de Andrade, mineiro de Itabira, que eu amo também”.

Tomate
“Adorei o Mercado Central. O mais interessante é que passam por lá pessoas de todas as classes e de todas as idades. Ali tem de tudo, a diversidade das pessoas, o famoso fígado acebolado e, inclusive a Bahia”, brinca o cantor que conheceu o ponto turístico de Belo Horizonte, através de uma promoção realizada pela equipe da DM Promoções, em que o público escolheu o local que ele iria conhecer.

Alinne Rosa – Cheiro de Amor
“Eu conheço muito de BH, tenho vários amigos na cidade e já comemorei três aniversários meus aqui. Mas tem um lugar que eu ainda quero conhecer: a Rua do Amendoim. Meu sonho é ir neste lugar. Por favor me levem!”, brinca.

Saulo Fernandes – Banda Eva
“A coisa mais linda que eu vi em Minas Gerais foi Ouro Preto. Fui uma vez e gostaria muito de ir novamente. E também acho que assim como na Bahia, a maior riqueza que se tem em Minas é o povo, com seu calor humano, sua mineiridade”.

Manno Góes – Jammil e Uma Noites
“Minas é um destino turístico fantástico! Você tem alternativas incríveis: Estrada Real, Diamantina, Tiradentes, Ouro Preto, tantas cidades lindas... A própria cidade de Belo Horizonte tem lugares fantásticos que a gente gosta muito de ir”.

Tatau
“Tenho uma relação muito especial com Minas, porque eu já venho pra cá há muitos anos e o mineiro é que faz a grande diferença. O jeito de falar do mineiro cativa...”.

Cláudia Leitte
“Tive poucas oportunidades de visitar pontos turísticos em Belo Horizonte, mas uma vez vim para assistir a um jogo da seleção no Mineirão, em 2005, e depois sai para conhecer alguns lugares da cidade”.

Durval Lelis – Asa de Águia
“Rapaz, eu conheço vários lugares em Minas Gerais, agora, especial assim não, porque eu não tenho nem tempo de parar para conhecer a fundo. Mas Minas Gerais é lindo demais, principalmente com suas gatinhas maravilhosas”, brinca.

Alexandre Peixe
“Tive a oportunidade de conhecer um local super pequeno, com um hotel antigo... Araxá. Eu era bem pequenininho e guardei a imagem de uma coisa antiga, bacana. Estive lá com meus pais e deste destino eu me lembro bem, ficou na memória e gostaria de fazer um show na cidade”.

E você, vai perder a oportunidade de conhecer essas maravilhas de Minas Gerais?


OBS: Última matéria produzida por mim ao jornal Turismo de Minas. Esta foi publicada na edição de abril de 2009. A proposta é esta. Mantermos um parelo... intercalaremos matérias antigas e atuais, ok?

terça-feira, 14 de abril de 2009

"Sou do Mundo, sou Minas Gerais"



(*) Mara Bianchetti

Os versos da antológica “Para Lennon e McCartney”, obra-prima e espécie de hino do Clube da Esquina, cai sob medida para o Pato Fu. Com sua música instigante, divertida e inteligente, aliada à voz suave da vocalista Fernanda Takai, a banda mineira, criada em 1992, teve como seu primeiro sucesso a canção “Sobre o Tempo”, uma das mais tocadas em rádios e programas de televisão, que abriu a porta para shows por todo o Brasil.

Fernanda Takai, John Ulhoa, Ricardo Koctus, Xande Tamietti e Lulu Camargo só se conheceram depois de cerca de dez anos de suas primeiras experiências. O Pato Fu não foi a primeira banda de nenhum deles. “O gostar da música é algo que acontece desde criancinha. Se vai virar algo mais sério depois, depende de empenho, sorte e talento, claro!”, analisa Fernanda. No início, a atividade musical era apenas um hobby, pois cada integrante possuía outra ocupação e a maioria dos eventos de que a banda participava tinha relação com universidades, onde se encontrava seu maior público em Minas Gerais. Em 96, já com três discos lançados, tudo mudou. “Começamos a ter que dedicar mais tempo ao grupo e tivemos que optar se daríamos prioridade ao Pato Fu. Felizmente foi uma boa escolha”, completa Takai.

O sucesso abriu estradas não só do Brasil, mas de outros países para o grupo. Mesmo assim, eles afirmam que continuam tendo Minas como sua casa — somente o tecladista Lulu Camargo não mora em Belo Horizonte, pois é de São Paulo. Xande se divide entre BH, a capital paulista e uma cidade do interior do Tocantins. Os demais residem na capital mineira. Por onde passa, o grupo deixa claro que já não é necessário ter que se mudar para o eixo Rio-SP para fazer carreira. “Moramos num pólo cultural grande que ainda preserva uma boa qualidade de vida”, se orgulham os músicos.

Mas, felizmente, a vida não é só trabalho. Nos momentos de folga, o grupo prefere ficar em casa e descansar, devido ao cansaço das viagens. Segundo Fernanda, eles optam por alugar filmes, escolher bons livros e ficar mais tempo com a família. “Vez por outra é bom ir ao teatro e assistir a shows de artistas dos quais gostamos, de preferência num local confortável e com horários pontuais”, completa.

O Pato Fu está em turnê com oitavo CD “Toda Cura Para Todo Mal” há quase um ano e devem viajar com esse show até o início de 2007, quando então será lançado o novo disco. Este mês chega às lojas o terceiro DVD da banda, com todos os clipes do CD mais recente, making off, cenas de turnê e farto material bônus para os fãs.

Cidades históricas
Destino indispensável dos turistas que visitam nossas Minas Gerais, as cidades históricas remetem àqueles que as visitam uma época mágica, o Ciclo do Ouro. Andando pelas ruas estreitas, passando por casarões, igrejas e museus, certamente, o turista terá a impressão de ter voltado no tempo. Esta também é a escolha dos integrantes da banda quando recebem a visita de algum amigo ou parente. “Sempre levo minhas visitas para passar uns dias em Ouro Preto ou Mariana. O Ricardo, nosso baixista, gosta muito de Tiradentes. E recentemente, estivemos em Araxá, que é um lugar bem bacana — o Grande Hotel é uma atração por si só”, elogia Fernanda.
A banda ressalta a qualidade que o Estado possui em sua estrutura hoteleira e gastronômica, mas lembra a importância de o profissional de turismo ter fluência em dois idiomas, da indispensável informatização dos estabelecimentos e da necessidade de reforçar a relação humana entre anfitrião e turista. “A gente tem que saber acomodar muito bem todas essas pessoas que optaram por vir ao Estado”.

(*) Central de Produção Jornalística do Centro Universitário Newton Paiva

OBS: Primeira matéria que produzi para o jornal Turismo de Minas. Esta foi publicada em setembro de 2006, quando eu cursava apenas o 4º período de faculdade.
E aí, comecei com o pé direito?

terça-feira, 31 de março de 2009

Arte profissional


Desde a criação do Fazendo Arte, há três anos, ainda no domínio zip.net, poucas foram as vezes que parei para falar do lado profissional. Em menor número ainda foram as publicações de textos inteiramente profissionais.

Hoje venho para informar que o Fazendo Arte, no domínio blogspot.com, no ar desde dezembro de 2008, ganha agora uma nova galeria. Arte profissional chega para dar espaço ao que o próprio nome já diz. Se antes você, leitor do blog, podia ler textos que falassem de minha vida pessoal, de assuntos fictícios ou temas que, simplesmente, não tem explicação, agora você também compartilhará da produção textual desta que vos escreve.

Então fechou. E para que não haja dúvidas, esclarecemos a seguir os textos que, possivelmente, se enquadram dentro de cada categoria do Fazendo Arte.

Arte Minha

Aos desavisados avisamos que a dona deste blog não é nenhum ser famoso. Mais do que isso, não considera que o mundo gira em torno de seu umbigo e por isso, não usa do espaço para divulgar os acontecimentos de sua vida. Contudo, venhamos e convenhamos que há determinadas ocasiões que pedem destaque e um espaço (por menor que seja) no mundo virtual. Assim, nesta categoria, encontramos textos alusivos aos acontecimentos mais pertinentes no que tange à vida de Mara Bianchetti. Direta. Ou. Indiretamente. Mente.

Além Arte

O conceito de algo que vá além da arte é muito subjetivo – até porque, até mesmo esta torna-se subjetiva em alguns momentos. Além arte reúne aqueles textos que estão além da arte que o blog representa. Textos fictícios, meramente ilustrativos e porquê não, algo real mas com os nomes de seus personagens substituídos. Além arte tem um pouco de mim e muito de você. Muito.

Louca Arte

Quando criamos esta categoria ficamos no impasse por seu nome: louca arte ou arte louca? Pois bem, como sabem, optamos pela primeira opção. Louca Arte é formada por textos loucos. Mas o que seriam textos loucos? Seriam aqueles sem muita explicação, sem muito sentido, nutridos de um eu lírico especial. Como a própria categoria, eu diria... Aqui a licença poética permite a elaboração de textos que ninguém entende. Entendeu?

Arte profissional

Esta categoria acaba de ser inaugurada no Fazendo Arte, afinal, o que seria de um jornalista sem suas obras, quando o assunto em pauta é arte? Arte profissional chega para apresentar textos assinados por Mara Bianchetti, afinal, escrever é uma arte... Os assuntos poderão ser os mais variados: turismo, cultura, gastronomia, política ou quem sabe até economia. E que fique claro: não estranhem se encontrarem em maior quantidade, assuntos sobre turismo em Minas Gerais. Se vou usar do espaço para a publicação de alguns trabalhos que tenho feito em jornais, revistas, assessorias ou sites, estes acabam por traduzir a realidade do trabalho que faço nestes veículos. Ok? Então ao trabalho!