quarta-feira, 19 de maio de 2010

PROFISSÃO = PRESSÃO

Quando fui escolher o jornalismo como profissão ninguém me avisou que eu viveria sob pressão. Quer dizer, meu pai avisou. Mas avisou de uma forma que não me convenceu tanto. Disse para eu pensar bem e, quem sabe, optar pelo militarismo. Agora, vai me dizer que militar também não vive sob pressão? Mais do que pressionado por si só, é pressionado a pressionar, né? Por isso mesmo, e também por gostar de escrever, claro, é que escolhi o jornalismo para minha vida.


Todos jornalistas devem se lembrar de que quando estamos na faculdade, os professores insistem em dizer que o barato desta profissão é não ter rotina. É verdade. Rotina não tem. Tem pressão. Isso tem. Pressão de editor, de chefe de reportagem, de editor chefe e da direção. Uma pressão que pressiona e impressiona, viu?!


Não, mas não pense você que o fato de ser pressionada todos os dias me faça questionar minha atuação. Não poderia ter havido escolha mais feliz. Certeira. Daquelas que me faz levantar todos dias cheia de garra e com a esperança renovada. Daquelas que me faz gritar aos quatro cantos: eu sou feliz!


Mas que tem pressão.. ah, isso tem!

3 comentários:

Emerson Pancieri disse...

Jornalismo é isso, principalmente também quando temos vários chefes. E claro nós mesmos nos cobramos em excesso!!!!

O jornalismo é pressão, mas uma pressão que só nós jornalistas profissionais, que estudamos as bases teóricas e agora colocamos em prática sabemos a importância dessa profissão para para sociedade e para as nossas vidas, além disso, ele nos uniu tb...heehehehe..

Belo texto..

Te Amo!!!

Sueli disse...

Se vc souber de uma profissão que não tem pressão, "eu quero" rsrsrs.
Quer dizer, só não se sente pressionado no trabalho, aquele que não leva o trabalho a sério, aquele que trabalha simplesmente pelo salário e não está nem aí para os resultados, e com certeza esse não é o nosso caso. BJus.

. disse...

Que coincidência. Comentei isso hoje com a minha chefe. Pressão, estresse, correria, uma vírgula fora do lugar, 300 chamadas de atenção, um texto bem escrito, chovens e-mails de parabéns. Ossos do ofício, né? Tem que realmente gostar muito do que faz.