
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Vida

terça-feira, 14 de setembro de 2010
O bom filho à casa torna
quarta-feira, 19 de maio de 2010
PROFISSÃO = PRESSÃO
Todos jornalistas devem se lembrar de que quando estamos na faculdade, os professores insistem em dizer que o barato desta profissão é não ter rotina. É verdade. Rotina não tem. Tem pressão. Isso tem. Pressão de editor, de chefe de reportagem, de editor chefe e da direção. Uma pressão que pressiona e impressiona, viu?!
Não, mas não pense você que o fato de ser pressionada todos os dias me faça questionar minha atuação. Não poderia ter havido escolha mais feliz. Certeira. Daquelas que me faz levantar todos dias cheia de garra e com a esperança renovada. Daquelas que me faz gritar aos quatro cantos: eu sou feliz!
Mas que tem pressão.. ah, isso tem!
segunda-feira, 17 de maio de 2010
A mais de mil
Mas é claro que irei. Eu sei. Você sabe. Talvez até por isso este texto se torne tão repetitivo. Mas é que vem de dentro a vontade de desabafar. E o motivo, o principal motivo deste desabafo não é que pare de doer. Mas que eu pare de dar importância para esta dor. Porque eu sei que a tendência daqui pra frente é que eu fique ainda maior, assim como os meus problemas. Que talvez nem sejam problemas, eu sei. Mas que me assombram e que me deixam assim, com a cabeça a mil.
Não quero deixar de ter problemas, pois só assim valorizamos a vida e seguimos em frente. Mas eu quero que estes problemas não atrapalhem meus dias. Eu quero que estes problemas sejam solucionados todos de uma vez. E mais, eu quero não sofrer com estes problemas. E assim eu sigo.
Sigo porque não há outro caminho, outra solução. Crescer é assim, eu sei. Mas, poxa! Quando é que vou parar de crescer? “Jamais” – você deve ter pensado. E eu sei que o correto, o verdadeiro motivo de todos estamos aqui é continuarmos nesta empreitada e neste crescimento. Então que continuemos. Continuemos a crescer. Mas que seja sem doer.
domingo, 2 de maio de 2010
M U D A N Ç A

E o dia chegou. A data que eu nem tanto esperei e que, no fim das contas, eu mais esperei. O dia da mudança. Caixas e mais caixas, sacolas e mais sacolas. Móveis, roupas, acessórios e esperança. Um dia inteirinho de suor, cansaço e renovação. Mas de nada adianta se a mudança interna não acontecer juntamente com a mudança física. Se a gente mudar de casa e não mudar as atitudes de nada vai adiantar. Então firmemos um compromisso. Eu mudo. Você muda. Todos mudamos e seremos felizes. Mesmo que você lá e eu aqui. Mesmo que você aqui e eu lá. A gente embarca naquele elevador leva tudo o que for da paz e deixa aqueles resquícios de infelicidade para trás. Fechou? Então venha. Feche a porta. Seja feliz. E o que tiver que ser será!
sábado, 6 de março de 2010
O que me preocupa
Já me peguei algumas vezes me perguntando aonde vamos parar com tudo isso. Isso é claro, se a natureza parar. Mas não podemos pedir que ela pare. Faz parte de seu processo natural. Compõe o processo de evolução do planeta. É necessário continuar. Renovar.
Renovam-se as pessoas. Renova-se o mundo. E as atitudes? As atitudes continuam inatas. Vejo pessoas incrédulas com os acontecimentos naturais. Vejo pessoas culpando pessoas. O que não vejo são pessoas se responsabilizando por tudo o que acontece e aceitando que, infelizmente [ou felizmente, vai saber], isso tudo também faz parte do que nos propomos viver aqui na Terra. No Planeta chamado Terra.
Não peço que as pessoas se culpem. Não peço que as pessoas não sofram. Não peço. Apenas reflito sobre a nossa parcela de contribuição nisso tudo. Busco entender. Pretendo encontrar. Nem que seja daqui um tempo. Nem que seja do lado de lá.
O que acontece conosco? O que acontece com o mundo? O que acontece com o povo? O que acontece com a natureza? O que acontece com Deus?
Simplesmente acontece. Junto. Tudo junto em um só lugar e com um só propósito. Basta a nós entendermos, aplicarmos e recuperarmos o que ficou perdido lá atrás. Há sempre tempo para recomeçar. Basta querer. Não apenas tentar. Agir. Concretizar!
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
E 2010 chegou
Deixou um ano ímpar para trás. Ímpar por sua essência natural. Ímpar por ter deixado marcas que jamais poderei me esquecer.
2009 foi ano de mudanças, de formatura, de realizações. Mara Bianchetti jornalista. Emerson Pancieri jornalista;
2009 foi ano de novos trabalhos. A dupla sertaneja Jhonny & Alisson, o jornal Panorama Magazine Caiçara e por fim, o Diário do Comércio;
2009 foi ano de muitas festas. Casamentos de pessoas especiais, despedidas de colegas que mudaram-se para o exterior;
2009 foi o ano da vida nova do meu irmão e da entrada, definitiva, da Mônica para a família;
2009 foi o ano de conhecer a folia mais famosa do mundo. Foi a realização de um sonho: passar o carnaval em Salvador;
2009 foi o ano de rever algumas atitudes e renovar as esperanças;
2009 trouxe a notícia da gravidez da Cris;
2009 trouxe também a triste despedida de pessoas que foram para junto de Deus....
2009 veio, foi, mas ficou.
E agora já estamos em 2010.
E para este ano, ainda mais, as esperanças se renovam. Se ajustam. Se completam.
O ano tem tudo para ser dez. Para mim e para você. É só fazer acontecer.
Clichê? Quão nada. Eu acredito é na atitude, na virtude e na paz.
Aos 11 dias de janeiro, o primeiro mês do ano é que me vejo aqui, mais uma vez agradecendo e pedindo que o Pai continue a nos iluminar. Que os sonhos sejam concretizados e a gratidão, jamais esquecida.
Eu, Mara Bianchetti, só tenho a agradecer.
Obrigada, obriga e obrigada.
Amém.
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Desagradavel(mente)

quinta-feira, 12 de novembro de 2009
E a primeira vez aconteceu
Na última semana, tive a experiência de uma perda próxima, que mexeu muito comigo. Não que eu nunca tivesse perdido alguém assim, mas é que eu nunca havia tido a oportunidade de vivenciar o momento propriamente dito. Já perdi parentes, amigos e tantos outros entes queridos. Chorei, senti, me informei, mas nunca havia ido, por exemplo, a um velório – imagine você. Sempre aparecia algum empecilho. Era corpo que atrasava
Pois nos últimos dias tive uma perda de grande significado e eis que estive em meu primeiro velório. Uma tristeza sem fim. Não há palavras que descrevam o sentimento, a sensação, a dor... não há! Estava lá muito mais para dar forças e assim o fiz. Tentei ser o mais firme possível para ajudar uma amiga, que tanto precisava de mim. Acho que, dentro das possibilidades, consegui. Mas doeu, e como doeu.
A ficha foi caindo, fui entendendo e percebendo como será ainda mais difícil quando acontecer diretamente comigo... Não quero nem imaginar. Sei que é preciso, que faz parte do ciclo natural da vida, mas não. Eu não entendo, eu não aceito e tenho certeza que, apesar de espírita e de acreditar em reencarnação, vai doer ainda mais quando o velório, o enterro ou o que for estiver diretamente ligado a mim – e a minha família.
A tristeza segue... o medo também... enquanto isso, sigo dando forças pra minha amiga e contemplando um belo poema que ela recebeu. Não sei se é mesmo de Santo Agostinho. Mas fica a mensagem:
Do outro lado do Caminho
A morte não é nada.
Eu somente passei
para o outro lado do Caminho.
Eu sou eu, vocês são vocês.O que eu era para vocês,
eu continuarei sendo.
Me dêem o nome
que vocês sempre me deram,
falem comigo
como vocês sempre fizeram.
Vocês continuam vivendo
no mundo das criaturas,
eu estou vivendo
no mundo do Criador.

Não utilizem um tom solene
ou triste, continuem a rir
daquilo que nos fazia rir juntos.
Rezem, sorriam, pensem em mim.
Rezem por mim.
Que meu nome seja pronunciado
como sempre foi,
sem ênfase de nenhum tipo.
Sem nenhum traço de sombra
ou tristeza.
A vida significa tudo
o que ela sempre significou,
o fio não foi cortado.
Por que eu estaria fora
de seus pensamentos,
agora que estou apenas fora
de suas vistas?
Eu não estou longe,
apenas estou
do outro lado do Caminho...
Você que aí ficou, siga em frente.
A vida continua linda e bela
como sempre foi.
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Para lavar alma e coração

A chuva leva dias, leva sol, leva ruas, leva sujeira. A chuva lava dias, lava sol, lava ruas, lava sujeira. A chuva lava almas. A chuva lava corações. A chuva lava almas e corações.
Para quem anda meio tristonho, sem motivos aparentes para sorrir, a chuva leva o sol. A chuva lava ainda mais a vontade de viver. Passam dias, passam horas e a chuva permanece, enlouquece, chegando talvez a transformar o viver.
